quinta-feira, janeiro 22, 2009

Opiniões sobre ponta


Análise de sapatilhas de ponta (sua opinião)

Vamos compartilhar nossas opiniões sobre sapatilhas de pontas? Marcas, lojas, preços, análises e etc.
Se você tem algum "truque" em relação as pontas (como limpá-las e maquiá-las, como endurecê-las e quebrá-las, etc.) compartilhe também! Pode comentar aqui ou enviar um e-mail para:


blogbailarinadecorpoealma@yahoo.com.br

Beijos,
Isabela Sousa

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Ballets de repertório brasileiros


Olá bailarinos e bailarinas!!! :)

Atendendo ao pedido de uma leitora, a Yasmin, vou publicar a história um ballet de repertório brasileiro. Confesso que foi difícil pesquisar e atender o pedido, já que praticamente não existe este assunto na internet. Um dos mais famosos ballets brasileiros é o "Floresta Amazônica".



Floresta Amazônica

Bailado em dois atos, música de Heitor Villa-Lobos, coreografia de Dalal Achcar e Frederick Ashton, cenários e figurinos de José Verona. Estréia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 6 de agosto de 1975, na abertura do Festival Internacional de Dança do Rio de Janeiro. Margot Fonteyn interpretou a primeira bailarina, fazendo par com David Wall.
A obra Floresta Amazônica foi composta em 1658, um ano antes da morte do maior compositor brasileiro, Villa-Lobos. Foi composta originalmente para orquestra, solo e coro masculino.


Primeiro Ato: o ballet se inicia com a intenção de reproduzir a floresta amazônica, sua fauna e sua flora misteriosas. Uma tribo indígena entoa cantos religiosos que pedem caça e pesca farta a sua deusa. Na seqüência, danças indígenas (adágios românticos). Ao findar o dia, a floresta é dominada pelas sombras. Já de manhã, as ninfas, companheiras da deusa, se banham na cachoeira, sendo que a deusa some e reaparece como que por encanto. Surge de repente um homem branco, perdido e cansado, que deita-se e adormece. As ninfas o conduzem até a deusa. O encontro é suave e mágico: eles se tocam, se descobrem, se apaixonam e se entregam ao amor. A deusa percebe assim que também é humana. Porém, surgem os índios, que se revoltam com o amor carnal da deusa. Porém, o amor dos dois não é abalado.

Segundo Ato: A harmonia é quebrada por prenúncios de incêndio na floresta: eram os índios, para se vingar da deusa e assustar o homem branco. São ingênuos a ponto de não perceber o perigo que isso causaria. Porém, já era tarde, pois vários animais já haviam morrido no fogo. A floresta se petrifica, mas a força do amor revigora a brisa e o verde. O jovem casal desperta de seu sono de morte e eleva-se num vôo longínquo, tornando-se eterno. Os namorados acenam um adeus aos índios, aos animais e à floresta petrificada, sumindo no horizonte de luzes.